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Viva o bambu! 14 Setembro 2008

Posted by piratinha in Pseudo-filosofia.
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Caracas.. tava vendo as coisas do blog e achei um post perdido do começo de 2007! Como não publiquei daquela vez, aqui vai.

Aprendi isso essa semana e agora quero ser como um bambu! Olha porque

  1. O bambu é oco por dentro pra poder se encher
  2. O bambu tem um objetivo, crescer pro alto
  3. O bambu tem raizes bem profundas
  4. O bambu não tem galhos, não se dispersa
  5. O bambu tem muitos nós e cada um deles simboliza uma etapa vencida
  6. O bambu cresce junto com outros bambus

Chega de querer abraçar o mundo e fazer um milhão de coisas ao mesmo tempo :D

Aritmética da Vida 18 Janeiro 2008

Posted by piratinha in Pseudo-filosofia.
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O grande Richard Courant escreveu em seu livro O Que é Matemática: ” A matemática, como expressão da mente humana, reflete a vontade ativa, a razão contemplativa e o desejo de perfeição estética”. Já Leopold Kronecker: “Deus criou os números naturais, o resto é obra dos homens”.

A aritmética é a teoria matemática dos números naturais (1, 2, 3, …) e se baseia no fato de que a adição e multiplicação de números inteiros estão regidas por certas leis.

Pensando no caminho inverso, aplicando a matemática a vida, saímos com as seguintes proposições:

  • Multiplique os dons que Deus te deu. Assim você pode ser melhor para o outro e não melhor que o outro.
  • Subtraia os seus interesses em favor do bem comum, mas não ao ponto de anular a si mesmo.
  • Divida suas alegrias com os seus queridos. E quando estiver mal, não exite em dividir suas dores com quem você confia e sabe que te ama.
  • Some forças com quem dividir as dores com você.

Será que já posso escrever um livro de auto-ajuda? :D

Escolhas 20 Agosto 2007

Posted by piratinha in Pseudo-filosofia.
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Depois de um tempo  afastado, estou de volta!

Essa semana pretendo escrever uma mini-série sobre as escolhas que fazemos na vida. E se tudo der certo, semana que vem contaremos com uma participação ilustríssima!

Pra antecipar a série, quero dizer que vou escrever tudo de uma tacada só sem revisão ortográfia nem de conteudo. simplesmente vou sentar na  frente do computador e dizer o que me vem a mente sobre o tema.

Por favor não tome isso como uma definição pronta e acabada nem nada do gênero.

Com os textos prentendo apenas expor o que me vem a mente sobre cada um deles. Vai faltar muita coisa, algumas complicadas demais pra escrever, outras que simplesmente não me lembrei na hora.

Sinta-se a vontade para descer a lenha no que não concordar e mais a vontade ainda pra refletir sobre as decisões que você tem tomado na sua vida.

Duas palavrinhas sobre o amor 15 Junho 2007

Posted by piratinha in Pseudo-filosofia.
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Aproveitando que essa é a semana dos namorados e mês de Santo Antônio, o santo casamenteiro, deixe-me dar duas palavrinhas sobre o que penso sobre o amor. Aproveito e faço o meu mais sincero votos de felicidade a duas pessoas que se tornaram muito queridas pra mim, a Jéssica e o noivo dela o Felipe. Os pombinhos irão se casar esse mês. E, embora não os conhecendo pessoalmente, posso dizer com segurança que contam com o meu carinho e meu amor fraternal. Que o relacionamento de vocês possa ser nesse mundo de separações uma prova de que o amor sempre vence!

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Pra muitas pessoas, relacionamento é como uma faculdade na qual o diploma é o amor. Elas são como catedráticos a espera de inúmeras demonstrações de competência e habilidade para finalmente conceder ao candidato o tão sonhado diploma. Pior ainda quando exigem uma pós-graduação esperando que o infeliz torne-se um especialista em uma das inúmeras faces do amor.

Se me fosse possível comparar relacionamento a uma faculdade, seria a “faculdade do amor” ao invés da “faculdade do relacionamento” e seríamos os candidatos, não os catedráticos. Digo isso porque, pra mim, o amor cresce a cada dia. Começa pequeno (talvez por isso tanta literatura comparando o amor a uma semente) e desenvolve com o tempo. E provavelmente esse tempo não é cronológico.

Alem disso, tiraria as seguintes comparações:

  1. O Amor é uma escolha – Ele é o principio do relacionamento e não o fim. É uma aceitação voluntária. Um compromisso pessoal. Assim como escolhemos o curso que pretendemos seguir, escolhemos as pessoas que queremos amar. E por ai é possível ter uma idéia do desastre que seria se alguém (como pais, por exemplo) escolhesse por nós ou nos obrigassem a fazer algo contra nossa vontade.
  2. O Amor não é condicional – Imagine se a cada primeira nota baixa trocássemos de curso… Nunca sairíamos da superficialidade do conhecimento. Quando amamos de verdade, as dificuldades tornam-se uma motivação extra, um convite a amar mais. Mais, toda pessoas mudam, para melhor ou para pior. Um amor de verdade aceita as mudanças, aprende com o novo, com o diferente!
  3. O Amor não tem fim – Justamente por ser incondicional, é também eterno. Se fosse de fato um curso, diria que somos estudantes do amor, amantes em progresso. Em continua busca pelo conhecimento.
  4. O Amor assume diferentes formas – Na física, uns estudam apenas a matemática por trás dos fatos, outros estão mais interessado no comportamento dos átomos, outros ainda no ensino da física. Poderia dizer que na faculdade do amor existem habilitações em diversas áreas. Amor de pai, amor de mãe, amor fraterno, amor de esposo, amor de amigo. Mas todos fazem de mim e de você um amante. E como em uma faculdade, progresso em um assunto resulta, na maioria das vezes, em progresso em todos os outros.
  5. O Amor é dinâmico – Numa carreira a escolha de uma habilitação não é definitiva. Também o amor pode se transformar. Amor de amigo que torna-se Amor de esposo. Amor de pai que torna-se Amor de irmão (ou mãe, quem sabe).

E fugindo da comparação, falta dizer que o amor respeita e muitas vezes deseja a diferença. O diferente nos completa, nos faz ver a vida de outra forma, o diferente nos mostra até outros tipos de música!

Amem meus caros, AMEM! Mas amores de verdade, nada de mendigar carícia. Amem pra valer! E depois me contem!

“Para alcançar um sonho é preciso estar acordado” 24 Maio 2007

Posted by piratinha in Igreja, Minha infância, Música, Pseudo-filosofia, Vídeos.
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Ainda na linha de músicas que me fazem bem, de amizades, amor, igreja, etc

O último vídeo que postei é de um amigo chileno. Isso eu disse. O que eu não disse é que eu quis tocar contra-baixo depois que o conheci, em 1996. E conheci porque fui no show do Martin Valverde. Por isso coloquei no post a letra de uma música que o Martin canta. Agora coloco um vídeo do mesmo Martin mas anos atrás.

Lembrar de quando eu morava em Lins, entre outras coisas, me recorda o quanto eu era empolgado! Não tinha direção nenhuma, mas tinha uma energia imensa. Era como um canhão, uma grande potência mas que precisava de direção. Por sorte, encontrei pessoas incríveis e recebi grandes conselhos.

Um ano antes de ser aprovado no vestibular, vim até são paulo visitar alguns parentes. O que mais me chamou atenção foi o abatimento geral das pessoas. Lembro de estar no metrô e estar chocado por todo mundo olhando pro chão ou pro vidro completamente perdidos dentro de si. Pensava:”Mas cadê o ânimo dessas pessoas? Sonhos? Vida??

Mal cheguei aqui, um ano depois, um pude entender perfeitamente o que se passava. Também eu fiquei abatido. Morar aqui parece mais com a história de matar um leão por dia do que eu imaginava. Não no sentido da dificuldade das coisas logo porque a vida é difícil em qualquer lugar. Mas no sentido do imediato. Sonho? Que sonho? Eu tenho que entregar isso aqui hoje e depois correr pra pegar o ônibus até sei lá onde pra poder fazer sei la o quê..

Aqui na faculdade encontrei muitíssimas pessoas que não creem em Deus. Mas isso não me chocou. Já sabia que quando saisse do interior encontraria muito disso por aqui. O que eu não esperava era encontrar um sem número de pessoas que não acreditam em nada! Nem nelas mesmas, nem nos seus sonhos, nem nas pessoas que as amam!

Mais um vídeo. Porém, mais que uma bela música, uma linda idéia! Preste atenção nas palavras. Procure pela letra no google se for o caso. Entenda o quê ele disse e tire o resto do dia pra pensar: “o que você faz por amor”?

Hora de treinar o portunhol.. Mas é fácil, dá pra entender direitinho o que ele diz. Espero que gostem.

Viva a física experimental 23 Maio 2007

Posted by piratinha in Experiências, Faculdade, Pseudo-filosofia.
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Ontem o Dr. Kudmell me disse uma frase linda.

“A teoria é a luz da prática”

Eu achei isso ótimo. Era num contexto muito mais psicológico, é verdade. Mas tem tudo haver com física. Disso eu rascunhei 4 pontos:

1. É preciso luz para enxergar

Pense em um copo. Tem um em cima da sua mesa? Se tivesse escuro, você veria o copo?

É comum ouvir pessoas criticando os cientistas do passado, dizendo coisas absurdas como “mas como eles não perceberam isso!” ou “mas é tão óbvio que as coisas caem por causa da gravidade”.

Óbvio agora. É verdade que a gravidade sempre esteve ai. Como o copo está sobre a mesa. Mas sem a luz da teoria, naquela época ninguém podia “ver” a gravidade. Assim como sem a luz da lâmpada você não pode ver o copo.

2. Saiba onde olhar.

De nada adianta o copo estar aí e você continuar olhando para o outro lado. Para poder aprender mais e melhor não é possível ficar fixo em apenas uma direção. Olhe em volta, olhe por cima, olhe por baixo, olhe com as mãos. Um bom cientista olha para o mesmo problema por diversos ângulos.

3. Olhe para o copo

Se você quer aprender mais sobre o copo, de nada adianta ficar olhando pra lâmpada. Ela é sua companheira, não seu objeto de desejo. Saiba a teoria. Mas quando estiver no laboratório, esteja muito mais atento e interessado nas medidas. É claro que não é pra sair medindo qualquer coisa. Isso seria como sair tateando procurando pelo copo na usina de Itaipu.

4. Arrisque!

E se o copo estiver debaixo de uma estante? Tem luz na sua sala. Você sabe que tem algo lá. Mas você não consegue vê-lo porque a luz não chega até lá. Então o que você faz? Pega uma lanterna ou mete a mão lá. Pegar uma lanterna seria como arrumar uma teoria provisória e tentar encontrar. Muitas das teorias surgiram assim. Quantas de luz, fótons, mecânica quântica, e por ai vai…

Meter a mão seria como sair tateando. Mas não em Itaipu, e sim numa região muito limitada. Reza a lenda que durante um incêndio numa cidade vizinha, um cientista desocupado apontou seu espectrômetro pra la e conseguiu notar uma distribuição característica de alguns átomos logo em seguida ele teve a idéia de apontar a mesma coisa pras estrelas e assim conseguiu descobrir do que elas são feitas. Sair medindo qualquer coisa não é uma boa idéia. Mas as vezes acrescentar uma medida, ou medir a mesma coisa de uma forma diferente pode resultar em um grande negócio!

Aprendendo a lidar com a ausência 16 Maio 2007

Posted by piratinha in Pseudo-filosofia.
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Eu tenho uma amiga em Lins que não deixa ninguém se aproximar demais dela. E faz isso porque ela acredita que desta forma ela não irá sofrer com a ausência. Pra mim essa história sempre pareceu um absurdo, até uns tempos atrás…

Não que eu pretenda fazer isso. Não, longe de mim!  Mas como esses últimos dias tem sido particularmente ausentes. Tanto minha quanto a dos outros.

Eu realmente estou mais afastado de tudo, seja por precisar colocar as coisas em dia,  seja por necessidades psicológicas. O problema é que nas poucas vezes que tentei sair desse da batcaverna, não consegui. Incrível como nos últimos dias as únicas pessoas que eu quero encontrar estão distantes, física e/ou emocionalmente falando.

E o que eu faço? Aprendendo.

De cada situação uma lição. Aprendo a esperar, aprendo a entender mais as pessoas, aprendo a me virar sozinho. Aprendo.

Quer um conselho tipo auto-ajuda? Suporte-se! As vezes a ausência do outro pode mostrar quem você realmente é.

Filosofando sobre expressões idiomáticas 17 Abril 2007

Posted by piratinha in Pseudo-filosofia.
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Quem me conhece sabe o quanto gosto disto. Palavras como wooow, PIMBA, tiro no pé, pé na jaca, jimbrando, etc (principalmente etc..)

Pra poupar o trabalho de toda vez ter de explicar o que cada uma significa, deixarei registrado aqui de modo que ganho tenho, saliva e aumento o número de visitas do blog :p

E como quero evitar a fadiga, convidei um especialista no assunto para tirar todas as dúvidas dos mais incaltos.

Abrindo a série, o prof. dr. Kudmell explica-nos o significado da expressão Rolar Lata.

Rolar Lata 17 Abril 2007

Posted by piratinha in Pseudo-filosofia.
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Rolar Lata: Expressão de cunho popular que designa determinadas (ou todas, em patologias mais avançadas) atitudes masculinas que têm por fim, consciente (ainda que eles neguem) ou não, o intuito de assegurar perante os presentes a sua (dele) masculinidade (questionável).Em nossa sociedade ocidental* pós-moderna a rolação de lata se dá (?!) por meio das mais diversas formas, dentre as quais destaco aqui as empregadas com maior freqüência (não, não é hertz, nerd!):

  1. Aquisição, ou só o desejo de aquisição em casos de pobreza e/ou miséria, de veículos motores de grande porte. Dispensando a psicanálise para explicar tal fenômeno, podemos observar a relação de compensação psíquica (psíquico é tudo o que se refere à outra cabeça) e/ou material que se estabelece entre o grande veículo e o diminuto pênis (haha, se fodeu!) do indivíduo em questão.
  2. Projeção da voz (ou urro, melhor dizendo) em volume (os físicos que me perdoem, não lembro o termo mais apropriado. E não venha dar uma de João sem braço, você entendeu o que eu quis dizer!) mais alto e freqüência mais baixa (melhorou agora, fisicuzão? Ah, e pra você que não é físico, essa porra da freqüência baixa quer dizer que o macho falou grosso.). Naturalmente, uma nova compensação.
  3. Projeção dos músculos (ou banhas) peitorais para a frente. Vale lembrar o risco que o rolador de lata corre em tal situação: é possível que, quando do movimento de empinação, o diafragma (um bagulho lá) pressione alguns vasos sanguíneos de forma a impossibilitar a ereção (haha, se fodeu de novo!).
  4. Comportamento repetitivo de se gabar de seus próprios feitos. Nível um pouco mais elaborado que os anteriores, pois requer a função cognitiva simbólica denominada linguagem, dispensável nas modalidades anteriores. Registros históricos indicam que já foi usual entre humanos o comportamento de conversar antes (negociações) e depois (pasmem!) da cópula. Como já havia previsto Charles Darwin, o som ensurdecedor das baladas possibilitou que a seleção natural eliminasse os machos que falavam sobre arte, literatura, filmes não pornô, enfim, todas essas viadagens que precisam ser ditas num tom de voz mais contido e com certa sensibilidade (???).

Há inúmeras outras formas de se rolar lata, portanto, se for fazê-lo, seja ao menos criativo! Uma fêmea dotada do mínimo de perspicácia necessária à sobrevivência irá certamente notar que você está rolando lata, o que já lhe fornecerá indicações sobre as dimensões e a dureza de seu pau (haha, agora se fodeu mesmo!!!). Mas não se assuste: ela saberá conduzir a (trágica) situação de forma que você não se sinta tão meia-bombinha assim.

Já no caso da rolação de lata ser feita apenas entre homens, pra ver quem é mais macho, consulte o verbete Jogo de futebol. Se restarem dúvidas e houver necessidade de exemplificação prática, visite assim que possível a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

Ass: Kudmell
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* Daqui excluo os orientais por razões que, creio eu, dispensam explicações.

Lingerie, estilos e tomates 14 Março 2007

Posted by piratinha in Pseudo-filosofia.
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Hoje eu vi o comercial da nova campanha das lojas Renner. Tempo de Mulher. E fiquei preocupado. Então antes que comecem as gracinhas, fica aqui o que penso.

Nele, aparece uma bela garota vestindo-se pra matar. Sentado na cama um garotão(?) dando dicas de que lingerie ela escolher. Ao longo do comercial, o garotão – ou deveria dizer, a moçoila – começa a se revelar. Ele escolhe a lingerie dela, dá dicas de como ela ser sensual, toma espumante…

Mas quem foi que disse que apenas gays gostam disso? Alias, desde quando sua opção sexual tem haver com seus gostos? Somente gays podem ser estilistas, maquiadores e decoradores? Só machos podem trabalhar na construção civil? Só nerds com sérios problemas sociais podem fazer ciências básicas e computação? Só descoladinhos podem ser publicitários? Só os cabeludos, barbudos e que não tiram preto do corpo podem ouvir rock?

Engraçado, quando eu era músico todos diziam que eu tinha cara de cientista. Agora que eu faço física todos dizem que eu tenho cara de artista. Quando eu era músico, também era cabeludo, usa brincões, pulseiras, etc. Mas sempre que eu estava ouvindo um jazz ou um samba-rock ouvia um: “Voooocê ouvindo isso?” Qual o problema? Eu sou músico. Não sou roqueiro, não jazzista, não sou pagodeiro. Eu toco o que der na telha, minha ou alheia.

Por falar em brincos e cabelão, o que já me encheram dizendo que eu era “viado” por causa disso não está no gibi. Mas isso porque estou de camiseta vermelha. Se estivesse de camiseta preta seria chamado de “metaaaaaal”. E se colocasse uma boina seria chamado de P.I.M.B.A. Rótulos, rótulos, rótulos e mais rótulos. Estilos, tribos, galeras. Pra que?

E você tem um estilo?
Que pena.
Eu Não.
Eu SOU o estilo. Meu. Único. Pessoal. Intransferível!

Veja ele aqui o vídeo da Renner e mande-me os tomates.